EU e EU... SIMPLESMENTE

EU e EU... SIMPLESMENTE
sabores do Rio...

sábado, 20 de agosto de 2011

Os Beijos de Adelaide

Não esperem de mim,coisas tão boas quanto aquele beijo de (1976)
Dado a luz dos acontecimentos meus...Os beijos de Adelaide Tompson,caíam pelas graças daquele amor dedicado a mim.
Nas verdades em que vi os monstros que sondavam seu quarto,naqueles olhos esbugalhados de dor me conhecia e me refletia a alma.
nas noites quentes em que eu esperava,teu corpo...tu em presente momento se exorcizava dos males agudos do meu peito,que a atingiam visceralmente,aqueles homens-deuses que nos rodeavam o corpo...perseguiam nossa Perséfone.. tais tardes longincas perpetuaram minha alma e destruíram os beijos de Adelaide...tal amada resplandescente em mim,não defragando meus versos póstumos. Todos dedicados a você,linda flor de lótus.
Lembrai de mim Adelaide e daquelas tardes de amor...sobre os pântanos de nossas almas sofridas e agonisadas ao desespero dos outros. Nos ame Adelaide e perpetue nosso amor pela eternidade em que num breve tempo chegarei,para reconciliar-me com os seus eternos olhos de amor.

terça-feira, 15 de março de 2011

MAIO***

Aqueles homens flamejantes,idôneos e amantes de amores alheios.
Ah! a esses entreguei-me sem dor...esses poetas de maio,esses atores das letras em que vivo
Das esquerdas,falara -me de dor, das direitas falara-me de amor.
Mas que amores são esses? Que tamanhos garranchos são esses?
Mas não negues esse amor os ímpios amadores,de garranchos trêmulos de dor.
Esses meninos amaram-te com todas as forças da trevas, codificadas em amores traídos.
Trevas essas,banhadas de amor e sangue teu,minha unica  luz em dias difíceis .
Desse amor e dessas luzes trago amores,meus seus e nossos,coloridos e fluidificados com as almas dos poetas.
Tontos,torpes,ignorantes, mas muito sábios.A esses poetas dedico e catulo o mês de maio com dores no peito por ama-los antes mesmo de mim.
A esses poetas rogo toda luz,que há de vir dessas trevas remanescentes de sorrisos angelicais.
A esses homens entrego-me com amor,mas com muita dor...somente a esses homens.
Somente a esses homens doados de si e por si até o fim chegar...somente a eles,e para eles sucumbirá o mês de maio.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

GRINALDAS DE AMOR...GRINALDAS DE DOR

Esses vestidos brancos sujos de sangue,que um dia vesti...rasgaram-se ao fogo.
Fagulhas se por sorte me acertaram em meio aos olhos de um louco,largados por deus.
Em queda vivenciavas dores de amores que não eram seus...e minhas grinaldas roxa e sujas de sangue,entraram em órbita em seu coração que o fizera de espinhos.
Ai amante meu pequenino e refugiado em mim! seus gritos delatados dilaceraram minha dor.
Querias olhar em frente aos soldados, que me amaram e cortejaram minha morte.
Doces rapazes soltos ao vento dos ímpios que odiavam minhas grinaldas...desesperadas de amor e amarrotada de dor.
Ah...tanto tinhas pra falar,mas esses amores de outros sempre cortejavam as almas,portadas ao limbo da alma de outro.
Minhas grinaldas secas de dor e lamentos amorosos,tinham certeza das culpas que tive.
Tragaram-me a  alma e jogaram-me as lamas empoçadas dentro de ti.
Por tanto amar você decidi,criei,abdiquei desse próprio amor e preferi sentir toda a dor,que você...só você podia me dar.
Em meio a essa tal dor,nunca encontrei nem sequer tua negra sombra,pra tirar esse alento em mim.
Perdi minhas grinaldas sujas e rasgadas com sangue de amores mortos,por seus amantes inimigos dos próprios sentimentos alheios.
Nossos sonhos jamais aconteceram em breve primavera,temos apenas as nossas grinaldas banhadas de sangue dos nossos assassinos...que dor eminente em trevas insolutas de amores seus.
Esses amores que mataram meus poucos e únicos dias,dentro de você.
e enrolaram meu corpo dilacerado em minhas,grinaldas vermelhas de amor e de dor por você.
Adeus amores poucos e cheios de si por nunca terem conseguido amar alguém.
Seja benevolente ao amor por mim,me ame,deseje e queira sempre mesmo que por essa eternidade duvidosa  
encontrar-te com nossos algoz que um oram nossos,maiores e únicos amores sempre e assim sempre será enquanto minhas grinaldas estiverem molhadas com seu sangue...Adeus.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

VENENOS

Como pode sangrar um coração tão puro?
Gota a gota do sofrimento,escorre dentro em mim.
Boca essa ainda embriagada,do seu corpo...corpo esse que jaz não é meu.
Foi-se na tempestade deixando-me,na penumbra insólita e inebriada por mim mesmo.
Neste instante encontro-me no mais profundo dos abismos!
Abismo esse que já não espero,mais sair.
Postado e acoado dentro de minha caverna,definhando e apodrecendo,por não ter mais seus lábios.
Tocando suavemente os meus...o calor das suas mãos,no enlace dos nossos corpos.
Nos momentos mais doces e prazerosos,tu me ensinara o que seria postumamente a dor.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ESSA MULHER...

Essas mulheres loucas,amáveis,mães,madrastas...estou em cada uma delas.
Amargando sabores em que eu sempre,quis estar tais beijos longos e molhados de dor e traição,roubaste de mim.
Em tempos em que nem mesmo lembro mais,seus punhais foram lançados a aquele homem...pobre homem.
Seus lábios claros e dignos de beijos meus,que nunca os dei amargando ainda aquele tal sabor que senti em seu corpo.
Corpo esse que seria meu próprio (eu) meu algoz e pior inimigo, de arcaicas terras que me enterraram até o pescoço,de lama e dor de amor por ti.
Sim sou essa mulher,que amou,viveu,matou,traiu..tão qual parideira fui que me alimentei dos filhos seus...por demasiada fome de devora-lo vivo.
Sim sou essa mulher que arrancou,tirou,sobreviveu,arranhou e destruiu seus entes amados por mim...sou essa mulher que ainda te ama,mesmo depois de morta dentro de mim,sou essa mulher que chorou,pecou e matou a todos por ti.
Essa mulher que nem pôde pedir ao próprio DEUS que a enviasse esse tal demônio que tu dissera que eu fora,em sua vida.
Ah! vida...mas que vida essa tua de vigílias agoniadas a minha espera,enquanto eu me deleitava nos braços dos nossos ímpios e ímpetuosos  inimigos,talvez você fosse gostar daqueles lamentos e beijos amargos que tive de enfrentar.
Sou essa mulher que quando sente salta,pra morrer em seus braços...essa mulher que escolheu a morte entre viver só.
Fardo e mérito meu...viver só não imaginem que isso possa ser talvez a carta de uma morta! Não!
Sou eu sim essa mulher que canta e retira as flores do jardim para pôr em,seu próprio túmulo.
Sou essa mulher que as mãos não conseguem,mais escrever,nem descrever tamanha dor.
Essa mulher que espera um novo amanhã...e que o sol possa queimar,sua pele...em vez de castiga-la.
Essa mulher que de tanta dor...prefere não mais morrer,mas sobreviver,para esse tal mortal...que a levou para o mais profundo dos abismos.Que é ter-te ao lado e apunhalar-te a cada dia dentro em mim...enfim
Sou essa mulher. E daí?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

AS HORAS

No vai e vem das horas esqueço,infinitamente de mim.
E esboço por vezes ar de sábio...Ai de mim encubado dentro de minha alma.
Um vasto sentimento de tolice,tamanha tolice.
Tolice essa de não ouvir os anjos,tolice de não amanhecer,tolice de não perecer...tolice essa de não viver.
Nesse incubio em que me encontro,resgato dos escombros,um dos mais nobres sentimentos...do ser humano.
Sentimento esse dádiva celestial,valioso como abraço de mãe,frágil como respeito aos amigos e gostoso como beijo de irmão.
Queria se possível outrora que personificassem o amor.
Para que sintas deveras o seu palpitar no peito.
Ah!como eu queria passar-lhe as mãos pelos cabelos,e sentir tua boca quente em mim.
Que nem aquele menino neguim,que abre seu largo ,sorriso branco ao ver-te chegar.
Seja em alvorada ou em aurora sempre és majestosa,como o perfume das margaridas.
Como o cantar dos pássaros,como a folha que cai num dia de outono...
Enfim...o único modo de agradecer-te é vivendo-te intensamente,sem esquecer de louvar-te por ter-te.
Oh! Vida galopante,que nem menino errante...Que toca um velho berrante,e aguarda para viver o restante.

ORAÇÕES

Quero reconstruir,toda volúpia que há em mim.
Quero refazer o maior,dos pecados que já existiu.
Por que tenho certeza que,alguém nos ouviu.
Quem sabe...Deus nos ouviu?
Será?.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

JUÍZOS DE SÍ...

Nossas lágrimas molharam,nosso horizonte mais que planejado por Deus.
Verdades ditas por nós naufragaram,homens e garotos de um soluço de amor...
Menino meu! não chores nem reclames do tempo,pois o mesmo é seu aliado,nas escolhas feitas ante a eternidade.
Amores incontáveis,balbuciando dores e horrores de vidas alheias...e os nossos amores? onde estão/
Sem fazer mal juízo de mim,esqueço infinitamente de ti,pois o mesmo inimigo que me devora nos devorou em algum passado remoto .
Deferindo sentenças aos homens de bem,fiz de você meu algoz,ator dessa vida esquecida de amor...pois viva amor!.
E diga aos outros que ainda me ama,mesmo que já não o sinta mais...esqueça essas dores,que por honra suicidou-se em lágrimas por mim.
Amor meu... tenhas compaixão de ti mesmo,olhe pra ti e te amas!.
Haa! amado errante és especial,ao dom de ouvir os gemidos alheios,sem poder nem querer ajuda-los.
Pois da própria dor,viera um menino em flor...seja sempre esse menino,forte,amável,sensível na arte de amar aquele tal... que já não o ama mais.
Mas seja sempre assim,pois nascerá de ti,a forma mais límpida e clara de amor que será ouvida por todos os loucos, que um dia também o beijaram mas nunca o amaram...fazendo versos como quem defere um ultimo golpe de um punhal enferrujado de amor,na veracidade das coisas amor pelos outros.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

QUE TAL EXISTÊNCIA...ESSA?

Essas tais verdades ditas,por esse outro alguém nunca impediram,esse tamanho sofrimento.
Em verdade vos digo,todos os outros são culpados desde então!
Mulheres traídas,homens viris,...perpetuaram essa encarnação conturbada,pelo sol dos outros.
Deus...luz de tamanha misericórdia...tanto amor,tanta dor!.
Em meio a esses desesperos que vivi,nenhuma agonia seria tão atormentada quanto tua beleza de me odiar.
Nunca pensei que houvesse tamanha incompatibilidade de amor entre nós...mas por que?
Nas noites em que passei,no deserto egípcio...tivera tal sensação,que estavas lá.
Mas então,por que deveras,me abandonaste?
Esse algoz teriam sido,abutres amigos meus?...e você por onde andava?
Não deveria eu guardar,essas lembranças daquele tempo em que,não vivo mais...são risquìces de dor....que tão pouco terminará.
Em furacões...seria eu uma mulher,qualquer adúltera que destruiu,nações e seus castelos?
Ou seria eu...um tal bêbado valentão,em sua condição de homem viril...destruindo lares de amor,em sua senda de dor.
Tais especulações,feitas por mim...em âmago ser teremos nós,conquistado a eternidade em todos esses tempos?
Tal elucidações,qualquer dia ou noite dessas serão resolvidas com...toda e tamanha perfeição com que Deus fez todas as coisas,exceto esse amor que perdura sobre todas as encarnações...errantes minha.
Basta-me nesse momento agradecer essas luzes,em que reencarnei de amor por ti rei dos errantes das forcas,entre os tempos em que a inquisição me perturbava a alma.
Congratulações! aos homens que me amaram e erraram por mim...pois deles,serão os campos mais lindos e brandos do meu coração.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

AMOR EM 2 ATOS

Amor meu,não defrague sobre mim palavras ofensivas.
Pois tamanho amor que tenho,por ti foi-se naquele beijo dado a outro.
Esse menino estranho franzino e amoroso que tanto,me fez sofrer.
Ah! seus cabelos longos olhos distantes,amor viril...infidelidade? qual? não a conhecemos.
Só conheço seu hálito quente,seu corpo ardente...menino sua maneira de amar é inconsequente.
Seus beijos loucos e molhados...são minhas maiores lembranças,aquele gosto...
De todos os amores meus,tu foste o que mais me doeu,esses panos pretos e marfim,esses capuz.
São amordaças do amor...
Suas vestes também escuras denotavam a morte de minha alma,cuja mesma tu a faleceu.
Sem saber por que nem perguntar pra que?.
Sabes bem todas as agonias,noturnas que senti...ouvia seus gritos de prazer com outros.
Que dor!...não sabes ao enfrentar todos os mundos dentro em mim,que esgotei as possibilidades,de amar o outro.
Que implora por beijo dado aos traidores,que sentaram-se a mesa dos ímpios e me odiaram,por querer sua carne,que jamais seria minha.
Esse triste epílogo,que conto ao vale desse desespero...descansará na penumbra e me amará na manhã seguinte.
Espero eu que,quando esse amor alento chegar...esteja pronto pra partir nesse cais,sem vida.
Ao menos sem amor viverei eu e me sentarei a beira,desse precipício... que tu me apresentaste em meio ao desespero de sua própria alma...desesperada e seca de amor,pois o que eu ofertei a você fora pouco .
Desejo sobreviver a tudo,nos âmbitos negros de uma alma cansada...de procurar ou esperar aquele outro,que não vai chegar.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O CANTO

Quando canto,me exorciso e deixo emanar do próprio canto,a força maior.
Esse som que,ecoa do norte dentro em mim,sai nem mesmo sei eu.
Daqueles dias em que eu,nas noites cantava para os reis babilônicos,nos altares mormons.
Tu estavas lá,com seu sorriso branco e aura azul num tamanho limite de dor que saía das cordas,dadas o nome vocais.
Que vocais de dor são esses?Que amores são esses?.
De tantas loucuras,que fiz por ti nenhuma foi tamanha como esse canto.
Tal canto,que se regozija aos pés de Deus...ou melhor dos deuses pagãos que segui...e ofertei minha alma,por tal amor arcaico seu.
Ah!Quem me dera o tempo,em que sem dar por isso cantavas ao teu olhar...olhos feridos e amáveis.
Olhos repuguinantes...de fera adormecida.
Como fizeste tão sofrer,minha dor..tão qual sua.
Seus,rancores,minhas dores eminentes,saíam desfurgadas dos próprios cantos,meus...que os canto para os seu.
Esses seus ouvidos,coloridos,vazios e amados por mim.
Sem tal canto,não sobreviveria...nem a ti nem a ninguém... apenas os espíritos enganados,pela própria dor ouviam meu canto...tal qual rogo a Deus,que perdure pela eternidade.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

NÃO CHORES, EURÍDICE.

Não chores,por mim chores pelos seus filhos esquecidos no limbo de suas almas.
Não chores por mim,nem por medo nem por dor,apenas por amor.
Das verdades,ditas por nós...os amores são plenos e doces.
Ah! Eurídice viva a paz,dos injustos pois os mesmos são seus amigos .
Fizeste,mal a todos que já beijei,e amei meus gritos não mensuram,as dores que te fiz passar.
Queridos amigos e amantes perdoem - me.
Meus,beijos foram dos garotos amados por você,Eurídice1
Vá e veja as sobras de vida, que deixou para os outros... viva a vida dos outros.
Seja amada Eurídice... seja simples,seja veneranda de amor... seja o mundo mas ...
Acima de tudo me ame Eurídice! E não volte nunca mais.
Esqueça-me  que ao tamanho sofrer,voltarei aos meus amores fugáz.
Enfim...não chores por mim,chores por ti,e esse seu amorzinho mediocre de tamanha mizerabilidade,morreu de prazer. por mim.Adeus amada Eurídice.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

AMORES EM PÉTALAS...

Nessas noites,em que passo entre os gritos e o cigarro...conheço e necessito seu cheiro.
Ah..amado,não escute as lágrimas alheias que foram devoradas em uma guilhotina.
Não reflitas em outras vidas o mesmo sofrimento,tal sofrimento esse nem sei mais.
Sei simplesmente que nos tempos em que vivia...em áureos momentos de choro contemplava seu rosto.
Beleza essa que julgava minha,,mas nos incúbios esquecidos de amores alentos só o teu sorriso me importava.
Esses tolos amaram com volúpia,todas as noites minhas de solidão,em que você me faltava.
Tantos beijos seus... molhados de amor eu sonhava,mas estávamos separados por tal eternidade,prostrada em Deus.
Todos os soluços queridos dos entes amados seus,são verdadeiramente seus.
E as caridades dos mendigos amados por mim,são minhas esquecidas infinitamente em mim,nas almas perturbadas que tirei de mim...só o seu amor me importava.
E você onde estava? talvez beijando a boca do outro...
Essas certezas que tive tentando amar você,foram me falecendo a alma.
Quero lembrar-te em rosas,ou amores em pétalas... do amor dado somente a você,que dediquei minha ultima vida,a esse amor.
Ah...menino quero amar-te infinitamente,em prosas e versos,pelas rosas mortas de um pântano qualquer que esqueço ,dos seus gritos por amor a outro.
Peço não partas! pense naquelas noites em que víamos as estrelas...perpetuando nosso amor,ante a eternidade.
Não seja inerente a isso,compreenda os desígnios de Deus, e venha comigo sobre os amores alheios que nos deram,força diante disso tudo.
Querendo sentir seu corpo,mergulhei nos seus olhos,e deixei-me ludibriar pelas contas azuis,do amor que partia de ti.
Dos rostos felizes,que víamos nas festas arcaicas dos ímpios,elucidava aos outros por você,e sem resposta caia-me em lágrimas de horror esperando seus beijos...e escrevendo poemas de morte.
Mas por que tamanha,dor? pois um coração tão frágil e bom sobre todas as coisas,sofrer tal dor assim?... e onde estavas tu?
Ante aos amores dos meus anjos espero seu,sorriso me aguardar em meio a partida de minha alma as áreas , mais inebriantes e cósmicas do amor que tanto critico,mas que o mesmo almejo ter... esse teu amor que pode matar-me mais que a saudade... que nos separa a eternidade.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

AMORES DE VERA CRUZ

Desses amores...Das coisas que mais temo!São esses olhos teus!
Olhos esses de amor,verdade, verdades de dor...Ah...amado não partas!
Olhe ante aos olhos ,desses entes queridos seus.
Veja!não estão mortos,estão aguardando seu último,mais que esperado suspiro!
Não os trate ,com falsas lágrimas...pois desde que aqui cheguei,contemplava a meninice dos meus cinquenta anos.Mas esses olhos...Ah! olhos seus que me rejuveneceram a alma,sinta-me como um moleque infante e ainda que mesmo,esperando a hora de partir.
Por ti ,pelos seus olhos ... leva-me menino sinta-me,beba-me,devora-me,decifra-me.
E quem sabe assim :viveremos  nós a tal eternidade esperada,em meio a tanto amor.
Até breve menino...espere-me,naquele velho banco,embaixo das folhas de parreira.
Tenha certeza que meu espírito errante chegará e perpetuará esse amor.
Tal qual os loucos perpetuaram sua loucura eterna! Aos olhos de Deus.