Amor meu,não defrague sobre mim palavras ofensivas.
Pois tamanho amor que tenho,por ti foi-se naquele beijo dado a outro.
Esse menino estranho franzino e amoroso que tanto,me fez sofrer.
Ah! seus cabelos longos olhos distantes,amor viril...infidelidade? qual? não a conhecemos.
Só conheço seu hálito quente,seu corpo ardente...menino sua maneira de amar é inconsequente.
Seus beijos loucos e molhados...são minhas maiores lembranças,aquele gosto...
De todos os amores meus,tu foste o que mais me doeu,esses panos pretos e marfim,esses capuz.
São amordaças do amor...
Suas vestes também escuras denotavam a morte de minha alma,cuja mesma tu a faleceu.
Sem saber por que nem perguntar pra que?.
Sabes bem todas as agonias,noturnas que senti...ouvia seus gritos de prazer com outros.
Que dor!...não sabes ao enfrentar todos os mundos dentro em mim,que esgotei as possibilidades,de amar o outro.
Que implora por beijo dado aos traidores,que sentaram-se a mesa dos ímpios e me odiaram,por querer sua carne,que jamais seria minha.
Esse triste epílogo,que conto ao vale desse desespero...descansará na penumbra e me amará na manhã seguinte.
Espero eu que,quando esse amor alento chegar...esteja pronto pra partir nesse cais,sem vida.
Ao menos sem amor viverei eu e me sentarei a beira,desse precipício... que tu me apresentaste em meio ao desespero de sua própria alma...desesperada e seca de amor,pois o que eu ofertei a você fora pouco .
Desejo sobreviver a tudo,nos âmbitos negros de uma alma cansada...de procurar ou esperar aquele outro,que não vai chegar.
mostrar os perfumes,gostos ,delicias da palavra a forma eo amor de usa-las com sentimento e criatividade ,nesse blog todos encontrarão poemas meus escritos e reescritos com alma,calor e volúpia de vida em amar o outro ...sigam-me.
EU e EU... SIMPLESMENTE
sabores do Rio...
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O CANTO
Quando canto,me exorciso e deixo emanar do próprio canto,a força maior.
Esse som que,ecoa do norte dentro em mim,sai nem mesmo sei eu.
Daqueles dias em que eu,nas noites cantava para os reis babilônicos,nos altares mormons.
Tu estavas lá,com seu sorriso branco e aura azul num tamanho limite de dor que saía das cordas,dadas o nome vocais.
Que vocais de dor são esses?Que amores são esses?.
De tantas loucuras,que fiz por ti nenhuma foi tamanha como esse canto.
Tal canto,que se regozija aos pés de Deus...ou melhor dos deuses pagãos que segui...e ofertei minha alma,por tal amor arcaico seu.
Ah!Quem me dera o tempo,em que sem dar por isso cantavas ao teu olhar...olhos feridos e amáveis.
Olhos repuguinantes...de fera adormecida.
Como fizeste tão sofrer,minha dor..tão qual sua.
Seus,rancores,minhas dores eminentes,saíam desfurgadas dos próprios cantos,meus...que os canto para os seu.
Esses seus ouvidos,coloridos,vazios e amados por mim.
Sem tal canto,não sobreviveria...nem a ti nem a ninguém... apenas os espíritos enganados,pela própria dor ouviam meu canto...tal qual rogo a Deus,que perdure pela eternidade.
Esse som que,ecoa do norte dentro em mim,sai nem mesmo sei eu.
Daqueles dias em que eu,nas noites cantava para os reis babilônicos,nos altares mormons.
Tu estavas lá,com seu sorriso branco e aura azul num tamanho limite de dor que saía das cordas,dadas o nome vocais.
Que vocais de dor são esses?Que amores são esses?.
De tantas loucuras,que fiz por ti nenhuma foi tamanha como esse canto.
Tal canto,que se regozija aos pés de Deus...ou melhor dos deuses pagãos que segui...e ofertei minha alma,por tal amor arcaico seu.
Ah!Quem me dera o tempo,em que sem dar por isso cantavas ao teu olhar...olhos feridos e amáveis.
Olhos repuguinantes...de fera adormecida.
Como fizeste tão sofrer,minha dor..tão qual sua.
Seus,rancores,minhas dores eminentes,saíam desfurgadas dos próprios cantos,meus...que os canto para os seu.
Esses seus ouvidos,coloridos,vazios e amados por mim.
Sem tal canto,não sobreviveria...nem a ti nem a ninguém... apenas os espíritos enganados,pela própria dor ouviam meu canto...tal qual rogo a Deus,que perdure pela eternidade.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
NÃO CHORES, EURÍDICE.
Não chores,por mim chores pelos seus filhos esquecidos no limbo de suas almas.
Não chores por mim,nem por medo nem por dor,apenas por amor.
Das verdades,ditas por nós...os amores são plenos e doces.
Ah! Eurídice viva a paz,dos injustos pois os mesmos são seus amigos .
Fizeste,mal a todos que já beijei,e amei meus gritos não mensuram,as dores que te fiz passar.
Queridos amigos e amantes perdoem - me.
Meus,beijos foram dos garotos amados por você,Eurídice1
Vá e veja as sobras de vida, que deixou para os outros... viva a vida dos outros.
Seja amada Eurídice... seja simples,seja veneranda de amor... seja o mundo mas ...
Acima de tudo me ame Eurídice! E não volte nunca mais.
Esqueça-me que ao tamanho sofrer,voltarei aos meus amores fugáz.
Enfim...não chores por mim,chores por ti,e esse seu amorzinho mediocre de tamanha mizerabilidade,morreu de prazer. por mim.Adeus amada Eurídice.
Não chores por mim,nem por medo nem por dor,apenas por amor.
Das verdades,ditas por nós...os amores são plenos e doces.
Ah! Eurídice viva a paz,dos injustos pois os mesmos são seus amigos .
Fizeste,mal a todos que já beijei,e amei meus gritos não mensuram,as dores que te fiz passar.
Queridos amigos e amantes perdoem - me.
Meus,beijos foram dos garotos amados por você,Eurídice1
Vá e veja as sobras de vida, que deixou para os outros... viva a vida dos outros.
Seja amada Eurídice... seja simples,seja veneranda de amor... seja o mundo mas ...
Acima de tudo me ame Eurídice! E não volte nunca mais.
Esqueça-me que ao tamanho sofrer,voltarei aos meus amores fugáz.
Enfim...não chores por mim,chores por ti,e esse seu amorzinho mediocre de tamanha mizerabilidade,morreu de prazer. por mim.Adeus amada Eurídice.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
AMORES EM PÉTALAS...
Nessas noites,em que passo entre os gritos e o cigarro...conheço e necessito seu cheiro.
Ah..amado,não escute as lágrimas alheias que foram devoradas em uma guilhotina.
Não reflitas em outras vidas o mesmo sofrimento,tal sofrimento esse nem sei mais.
Sei simplesmente que nos tempos em que vivia...em áureos momentos de choro contemplava seu rosto.
Beleza essa que julgava minha,,mas nos incúbios esquecidos de amores alentos só o teu sorriso me importava.
Esses tolos amaram com volúpia,todas as noites minhas de solidão,em que você me faltava.
Tantos beijos seus... molhados de amor eu sonhava,mas estávamos separados por tal eternidade,prostrada em Deus.
Todos os soluços queridos dos entes amados seus,são verdadeiramente seus.
E as caridades dos mendigos amados por mim,são minhas esquecidas infinitamente em mim,nas almas perturbadas que tirei de mim...só o seu amor me importava.
E você onde estava? talvez beijando a boca do outro...
Essas certezas que tive tentando amar você,foram me falecendo a alma.
Quero lembrar-te em rosas,ou amores em pétalas... do amor dado somente a você,que dediquei minha ultima vida,a esse amor.
Ah...menino quero amar-te infinitamente,em prosas e versos,pelas rosas mortas de um pântano qualquer que esqueço ,dos seus gritos por amor a outro.
Peço não partas! pense naquelas noites em que víamos as estrelas...perpetuando nosso amor,ante a eternidade.
Não seja inerente a isso,compreenda os desígnios de Deus, e venha comigo sobre os amores alheios que nos deram,força diante disso tudo.
Querendo sentir seu corpo,mergulhei nos seus olhos,e deixei-me ludibriar pelas contas azuis,do amor que partia de ti.
Dos rostos felizes,que víamos nas festas arcaicas dos ímpios,elucidava aos outros por você,e sem resposta caia-me em lágrimas de horror esperando seus beijos...e escrevendo poemas de morte.
Mas por que tamanha,dor? pois um coração tão frágil e bom sobre todas as coisas,sofrer tal dor assim?... e onde estavas tu?
Ante aos amores dos meus anjos espero seu,sorriso me aguardar em meio a partida de minha alma as áreas , mais inebriantes e cósmicas do amor que tanto critico,mas que o mesmo almejo ter... esse teu amor que pode matar-me mais que a saudade... que nos separa a eternidade.
Ah..amado,não escute as lágrimas alheias que foram devoradas em uma guilhotina.
Não reflitas em outras vidas o mesmo sofrimento,tal sofrimento esse nem sei mais.
Sei simplesmente que nos tempos em que vivia...em áureos momentos de choro contemplava seu rosto.
Beleza essa que julgava minha,,mas nos incúbios esquecidos de amores alentos só o teu sorriso me importava.
Esses tolos amaram com volúpia,todas as noites minhas de solidão,em que você me faltava.
Tantos beijos seus... molhados de amor eu sonhava,mas estávamos separados por tal eternidade,prostrada em Deus.
Todos os soluços queridos dos entes amados seus,são verdadeiramente seus.
E as caridades dos mendigos amados por mim,são minhas esquecidas infinitamente em mim,nas almas perturbadas que tirei de mim...só o seu amor me importava.
E você onde estava? talvez beijando a boca do outro...
Essas certezas que tive tentando amar você,foram me falecendo a alma.
Quero lembrar-te em rosas,ou amores em pétalas... do amor dado somente a você,que dediquei minha ultima vida,a esse amor.
Ah...menino quero amar-te infinitamente,em prosas e versos,pelas rosas mortas de um pântano qualquer que esqueço ,dos seus gritos por amor a outro.
Peço não partas! pense naquelas noites em que víamos as estrelas...perpetuando nosso amor,ante a eternidade.
Não seja inerente a isso,compreenda os desígnios de Deus, e venha comigo sobre os amores alheios que nos deram,força diante disso tudo.
Querendo sentir seu corpo,mergulhei nos seus olhos,e deixei-me ludibriar pelas contas azuis,do amor que partia de ti.
Dos rostos felizes,que víamos nas festas arcaicas dos ímpios,elucidava aos outros por você,e sem resposta caia-me em lágrimas de horror esperando seus beijos...e escrevendo poemas de morte.
Mas por que tamanha,dor? pois um coração tão frágil e bom sobre todas as coisas,sofrer tal dor assim?... e onde estavas tu?
Ante aos amores dos meus anjos espero seu,sorriso me aguardar em meio a partida de minha alma as áreas , mais inebriantes e cósmicas do amor que tanto critico,mas que o mesmo almejo ter... esse teu amor que pode matar-me mais que a saudade... que nos separa a eternidade.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
AMORES DE VERA CRUZ
Desses amores...Das coisas que mais temo!São esses olhos teus!
Olhos esses de amor,verdade, verdades de dor...Ah...amado não partas!
Olhe ante aos olhos ,desses entes queridos seus.
Veja!não estão mortos,estão aguardando seu último,mais que esperado suspiro!
Não os trate ,com falsas lágrimas...pois desde que aqui cheguei,contemplava a meninice dos meus cinquenta anos.Mas esses olhos...Ah! olhos seus que me rejuveneceram a alma,sinta-me como um moleque infante e ainda que mesmo,esperando a hora de partir.
Por ti ,pelos seus olhos ... leva-me menino sinta-me,beba-me,devora-me,decifra-me.
E quem sabe assim :viveremos nós a tal eternidade esperada,em meio a tanto amor.
Até breve menino...espere-me,naquele velho banco,embaixo das folhas de parreira.
Tenha certeza que meu espírito errante chegará e perpetuará esse amor.
Tal qual os loucos perpetuaram sua loucura eterna! Aos olhos de Deus.
Olhos esses de amor,verdade, verdades de dor...Ah...amado não partas!
Olhe ante aos olhos ,desses entes queridos seus.
Veja!não estão mortos,estão aguardando seu último,mais que esperado suspiro!
Não os trate ,com falsas lágrimas...pois desde que aqui cheguei,contemplava a meninice dos meus cinquenta anos.Mas esses olhos...Ah! olhos seus que me rejuveneceram a alma,sinta-me como um moleque infante e ainda que mesmo,esperando a hora de partir.
Por ti ,pelos seus olhos ... leva-me menino sinta-me,beba-me,devora-me,decifra-me.
E quem sabe assim :viveremos nós a tal eternidade esperada,em meio a tanto amor.
Até breve menino...espere-me,naquele velho banco,embaixo das folhas de parreira.
Tenha certeza que meu espírito errante chegará e perpetuará esse amor.
Tal qual os loucos perpetuaram sua loucura eterna! Aos olhos de Deus.
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