Esses vestidos brancos sujos de sangue,que um dia vesti...rasgaram-se ao fogo.
Fagulhas se por sorte me acertaram em meio aos olhos de um louco,largados por deus.
Em queda vivenciavas dores de amores que não eram seus...e minhas grinaldas roxa e sujas de sangue,entraram em órbita em seu coração que o fizera de espinhos.
Ai amante meu pequenino e refugiado em mim! seus gritos delatados dilaceraram minha dor.
Querias olhar em frente aos soldados, que me amaram e cortejaram minha morte.
Doces rapazes soltos ao vento dos ímpios que odiavam minhas grinaldas...desesperadas de amor e amarrotada de dor.
Ah...tanto tinhas pra falar,mas esses amores de outros sempre cortejavam as almas,portadas ao limbo da alma de outro.
Minhas grinaldas secas de dor e lamentos amorosos,tinham certeza das culpas que tive.
Tragaram-me a alma e jogaram-me as lamas empoçadas dentro de ti.
Por tanto amar você decidi,criei,abdiquei desse próprio amor e preferi sentir toda a dor,que você...só você podia me dar.
Em meio a essa tal dor,nunca encontrei nem sequer tua negra sombra,pra tirar esse alento em mim.
Perdi minhas grinaldas sujas e rasgadas com sangue de amores mortos,por seus amantes inimigos dos próprios sentimentos alheios.
Nossos sonhos jamais aconteceram em breve primavera,temos apenas as nossas grinaldas banhadas de sangue dos nossos assassinos...que dor eminente em trevas insolutas de amores seus.
Esses amores que mataram meus poucos e únicos dias,dentro de você.
e enrolaram meu corpo dilacerado em minhas,grinaldas vermelhas de amor e de dor por você.
Adeus amores poucos e cheios de si por nunca terem conseguido amar alguém.
Seja benevolente ao amor por mim,me ame,deseje e queira sempre mesmo que por essa eternidade duvidosa
encontrar-te com nossos algoz que um oram nossos,maiores e únicos amores sempre e assim sempre será enquanto minhas grinaldas estiverem molhadas com seu sangue...Adeus.
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