As canções,os amores os artifícios usados pela dor do outro...Corrói o eu pleno de amor.
Dádivas celestiais,seriam amores em que escuto as tristezas poucas num soluço lacrimoso.
Seus olhos em lácrima pedindo-me socorro,sabes do teu tormento ameno...Em que eu sou a paz para as tuas tempestades amorosas.
As canções que murmurei em seu nome voaram com o vento,sem tempo ,sem amores,sem fôlegos de dor...Sem aparentes cortes em almas que jamais mereciam morrer.
Suas dores são minhas dores!Suas alegrias são somente suas,o seu sangue é meu ... esse sangue que me envenena aos poucos tornando-me curado de tudo que venha me fazer feliz...Amores são esses assim sem fim.
Como de esperado, profundo e talentoso =)
ResponderExcluirmeio triste, meio delicado, mas como sempre muito firme. eu já te falei que esse mundo é pequeno pra voce, a gente precisa reinventar o sistema solar de modo que ele comporte tamanha sensibilidade..
ResponderExcluirComo sempre um sentimento forte convertido em palavras; muito digno.